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Currículo do Dr. Rodrigo

Graduado em Medicina pela Universidade Metropolitana de Santos 


Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Santa Casa de São Paulo com certificação pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO


Especialista em Endoscopia Ginecológica, Laparoscopia, Histeroscopia e Endometriose pela Santa Casa de São Paulo com certificação pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO

Fellowship em cirurgia minimamente invasiva e endometriose pela Universidade de Strasbourg, França e pelo IRCAD Strasbourg

Tutor da Academia Européia de cirurgia minimamente invasiva.

 

Professor dos cursos de Anatomia pélvica laparoscópica do IRCAD de Strasbourg e dos cursos de Endometriose, Ginecologia e Oncologia pélvica do IRCAD Brasil

Assistente do Serviço de Oncologia Ginecológica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo - Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

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Dr. Rodrigo Fernandes - CRM 130.684

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Vamos falar sobre dor

Sentir dor é um dos maiores dramas da mulher. ​Uma das maiores causas de falta ao trabalho. ​Um dos grandes motivos pelos quais inúmeros relacionamentos terminam. 

 

As causas das dores abdominais e pélvicas podem ser diversas: endometriose, varizes pélvicas, constipação intestinal, infecções urinárias entre outras. É muito importante procurar ajuda médica, para que o profissional possa identificar corretamente a causa da dor.

  • Dor discreta: por vezes pode passar desapercebida de acordo com a concentração da paciente em suas atividades diárias. ​Costuma passar com medidas comportamentais como exercícios físicos e uso de pequenas doses de analgésicos e anti-inflamatórios.

  • Dor moderada: causa de incômodo considerável, por vezes pode atrapalhar atividades diárias, mas não é incapacitante. ​Costuma haver melhora considerável com a prática de exercícios físicos e uso de pequenas doses de analgésicos e anti-inflamatórios, mas a dor pode persistir em menor intensidade.

  • Dor intensa: é incapacitante, levando à interrupção das atividades diárias e por vezes causando problemas sociais. ​A prática de exercícios físicos, otimização da dieta e uso de medicações podem até trazer alguma melhora, mas as dores persistem e por vezes incapacitam.

 

Problemas ginecológicos causam grande dor física nas mulheres, nada comparável à cólica menstrual “normal” e afetam significativamente sua qualidade de vida.